Rapaz do Boné – Nascimento Épico … – PAGINA 4 20 20UTC Julho 20UTC 2009
Posted by chevronguy in aventura, fantasia, ficção, rapaz do boné.Tags: fantasia, ficção, Heróis, rapaz do boné, Romance
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- Então quem é ele? Tens a certeza que é contigo que o rapaz quer sair? Quer dizer, já olhaste para ti? – Continua o irmão enquanto levantava a máquina fotográfica como um troféu, no triunfo da sua vitória não se apercebeu de um banco que estava no caminho e tropeça e cai de costas no chão.
- J’ai gagné – Diz triunfante a Monique tirando a maquina da mão do irmão apagando a foto e pousa a maquina em cima do peito do irmão.
Monique preparou-se como qualquer ser humano se prepararia quando quer agradar alguém, ainda esteve indecisa entre um vestido e calças de ganga, no fim decidiu as calças de ganga, pois não queria parecer que esperava por aquele momento há bastante tempo, e afinal aquele era o primeiro encontro e no primeiro encontro temos que se vestir de um modo casual para não despertar muito a atenção da pessoa que se quer agradar.
Depois de sair de casa ainda andou a passear por as ruas do bairro, tinha saído cedo de casa, estava irrequieta demais para ficar em casa quando sabia que daqui a horas iria ter o encontro que desejava há tempos.
Sentou-se junto do portão de entrada do centro comercial após ter entrado em todas as lojas mais que uma vez, e estava quase na hora de ele chegar e queria ser ela a esperar por ele e não ao contrario, ia se dar ao caso que se ele não a visse ia se embora e não haveria encontro. Sempre que esperava por alguém ela ficava com a sensação que tinha formigas na barriga e começava a pensar que ele não iria aparecer, afinal tinham combinado tudo assim muito casualmente e era natural que ele se esquecesse, afinal ele era um rapaz muito atarefado e é fácil se esquecermos de uma coisa daquele tipo quando se tem muitas actividades, mas no fundo ela sabia que ele não se iria se esquecer, e que quando se comprometia a qualquer coisa ele faria o que fosse necessário para honrar o que prometera mas mesmo assim não podia deixar de se sentar assim.
Olhou mais uma vez ao relógio, tinha passado dois minutos desde a ultima vez que tinha olhado, era uma coisa que a frustrava de um modo primordial era quanto mais depressa queria que o tempo passasse mais devagar ele passava, e os segundos transformavam-se em minutos os minutos em horas e assim sucessivamente.
Por fim depois de ter experimentado todas as posições que se podia experimentar num Banco sem que a chamasse louca, viu o Mark calmamente se dirigir para ela, tinha chegado no exacto momento que tinham combinado. E agora que tinha chegado a altura que se iriam encontrar não tinha a certeza que queria estar naquele sitio, e se disese alguma coisa que ela a envergonhasse, será que o seu hálito cheirava bem? O que fazia quando ele chagasse ao pé dela? Dava-lhe um beijo, talvez um passa-bem ou então um “tudo bem” muito causal e descomprometido. Ela encontrava-se todos os dias com ele, mas não sabia porque, aquele momento era diferente de todos os outros que tinha estado com ele, e as palavras que ela iria dizer naquele momento era as palavras mais importares da sai vida.
-Monique, vejo que já chegastes! – Diz o Mark muito sorridente quando parou junto dela – Tudo bem?
xang… como nos desenhos animados de antigamente
lololol
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